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# 🛡️ Guia de Segurança e Liberdade para o Usuário `deploy`
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Na cultura de DevOps moderna, a "lenda" do usuário `deploy` poder trabalhar com total liberdade sem ter acesso ao usuário `root` é, na verdade, uma **melhor prática de segurança chamada "Princípio do Menor Privilégio" (Least Privilege)**.
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Se o usuário `deploy` pudesse dar `sudo su` e virar `root` a qualquer momento, qualquer vulnerabilidade na sua aplicação web (ex: um upload de arquivo malicioso ou injeção de código) daria controle total do servidor inteiro para um invasor.
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Para dar ao usuário `deploy` toda a liberdade de desenvolvimento e publicação de aplicações com **segurança absoluta**, implementamos 4 pilares práticos:
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## 🏗️ Pilar 1: Controle Total do Diretório Web (Sem `sudo`)
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O usuário `deploy` não precisa de permissão de root para alterar os arquivos da aplicação. Basta torná-lo dono dos diretórios de publicação.
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### Prática:
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Geralmente usamos a pasta `/var/www/` ou criamos um diretório de aplicações na própria Home do usuário (`/home/deploy/apps/`).
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Para dar controle total ao `deploy` sem precisar de `sudo` para editar arquivos:
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```bash
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# Criar a pasta do seu projeto
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sudo mkdir -p /var/www/meu-app
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# Definir o usuário deploy como proprietário da pasta
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sudo chown -R deploy:deploy /var/www/meu-app
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# Aplicar permissões recomendadas (pastas 755 e arquivos 644)
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find /var/www/meu-app -type d -exec chmod 755 {} \;
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find /var/www/meu-app -type f -exec chmod 644 {} \;
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```
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**Resultado**: O usuário `deploy` agora pode usar Git, SFTP, VSCode, criar arquivos, deletar e subir atualizações dentro de `/var/www/meu-app` com total liberdade e **zero** necessidade de usar `sudo`.
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## 🐋 Pilar 2: Gerenciamento do Docker sem Root
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> [!CAUTION]
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> **Esta infraestrutura usa Docker Rootless (VPS 1).** As instruções abaixo são válidas para instalações com Docker tradicional. Para Docker Rootless, veja a seção específica mais abaixo.
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Se as suas aplicações rodam em Docker (ou Docker Compose) **com o daemon tradicional (root)**, o usuário `deploy` não precisa usar `sudo docker` para gerenciar os containers.
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### Prática (Docker tradicional):
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Adicionar o usuário `deploy` ao grupo `docker`:
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```bash
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sudo usermod -aG docker deploy
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```
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**Resultado**: O usuário `deploy` poderá rodar `docker compose up -d`, builds etc. sem `sudo`.
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> [!WARNING]
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> **Nunca faça isso em servidores que também rodam Docker Rootless.** Adicionar `deploy` ao grupo `docker` dá acesso ao socket `/var/run/docker.sock` (root), criando um vetor de escalonamento de privilégios. Qualquer `docker compose up` sem `DOCKER_HOST` explícito cria containers como root silenciosamente.
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### Prática correta para Docker Rootless (VPS 1):
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A VPS 1 usa **Docker Rootless** (`rootlesskit` + `vpnkit`, daemon rodando como `deploy`). A configuração correta é:
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1. **`deploy` NÃO está no grupo `docker`** — sem acesso ao socket root `/var/run/docker.sock`
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2. **`DOCKER_HOST` definido por padrão** no `~/.bashrc` e `~/.profile`:
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```bash
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export DOCKER_HOST=unix:///run/user/1000/docker.sock
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```
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3. **Daemon root desabilitado** (`docker.service` e `docker.socket` disabled)
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Com isso, qualquer `docker` ou `docker compose` executado pelo `deploy` — interativo ou via script SSH — sempre usa o daemon rootless automaticamente.
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#### Verificar estado correto:
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```bash
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# deploy NÃO deve aparecer em:
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groups deploy # não deve conter "docker"
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# daemon root deve estar morto:
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sudo systemctl status docker # inactive (dead)
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# rootless deve responder:
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DOCKER_HOST=unix:///run/user/1000/docker.sock docker ps
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```
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### Incidente registrado — 2026-05-14
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**O que aconteceu:** O daemon root (`/usr/bin/dockerd`) estava ativo em paralelo com o rootless. O usuário `deploy` pertencia ao grupo `docker`. Durante um deploy, `docker compose up --build` executou sem `DOCKER_HOST`, criando containers duplicados como root (frontend, backend, nginx) que rodavam ao lado dos containers rootless corretos — invisíveis ao monitoramento normal (`docker ps` sem sudo não os mostrava).
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**Consequência direta:** O `docker-proxy` root reteve a porta 8020 após um `docker rm -f`, bloqueando o nginx rootless de reiniciar. O site ficou inacessível até o `docker-proxy` zumbi ser identificado (`sudo ss -tlnp`) e morto.
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**Correção aplicada:**
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```bash
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# 1. Remover containers e imagens duplicados do daemon root
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cd /home/deploy/stack/scoreodonto.com
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sudo docker compose down --remove-orphans
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sudo docker image rm scoreodontocom-scoreodonto-frontend scoreodontocom-scoreodonto-backend
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sudo docker network rm soc web
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sudo docker builder prune -af
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# 2. Desabilitar daemon root definitivamente
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sudo systemctl disable --now docker docker.socket
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# 3. Remover deploy do grupo docker
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sudo gpasswd -d deploy docker
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# 4. Garantir DOCKER_HOST nos shells de login (já estava no .bashrc, adicionado ao .profile)
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echo 'export DOCKER_HOST=unix:///run/user/1000/docker.sock' >> ~/.profile
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```
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## ⚙️ Pilar 3: Sudoers com Limitação Cirúrgica (Segurança Avançada)
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Muitas vezes, a aplicação precisa apenas de tarefas muito específicas do sistema operacional, como por exemplo:
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* Reiniciar o servidor web Nginx (`systemctl restart nginx`).
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* Recarregar as configurações do Nginx (`systemctl reload nginx`).
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* Reiniciar um serviço específico da sua aplicação em NodeJS/Python criado no Systemd (`systemctl restart api-app`).
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### Prática:
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Em vez de dar acesso total ao `sudo` para o `deploy`, nós liberamos **apenas estes comandos específicos**, sem requisição de senha!
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1. Criamos um arquivo de configuração exclusivo no Sudoers para o `deploy`:
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```bash
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sudo nano /etc/sudoers.d/deploy
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```
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2. Adicionamos a regra cirúrgica:
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```text
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# Permite que o usuário deploy execute APENAS estes comandos listados como root, sem pedir senha:
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deploy ALL=(ALL) NOPASSWD: /usr/bin/systemctl restart nginx, /usr/bin/systemctl reload nginx, /usr/bin/systemctl status nginx
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```
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3. Aplicamos a permissão correta ao arquivo do sudoers:
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```bash
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sudo chmod 440 /etc/sudoers.d/deploy
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```
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**Resultado**: O usuário `deploy` agora pode rodar `sudo systemctl reload nginx` para aplicar uma mudança de domínio na web com total liberdade, mas se ele tentar rodar `sudo apt update` ou `sudo userdel`, o sistema **negará o acesso**.
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## 🔄 Pilar 4: Processos em Espaço de Usuário (PM2 / Systemd User)
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Se a sua aplicação web não roda em Docker e precisa ficar ativa em segundo plano (ex: aplicações Node.js, Python FastAPI, Go), o usuário `deploy` pode gerenciá-la de duas formas sem root:
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### A. Utilizando o PM2 (NodeJS Process Manager)
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O PM2 roda diretamente no espaço de memória do usuário `deploy`.
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```bash
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# Como usuário deploy, instalar e rodar apps:
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pm2 start app.js --name "minha-api"
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pm2 save
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```
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O `deploy` tem controle total para reiniciar (`pm2 restart minha-api`), parar, e ver logs sem precisar do root.
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### B. Serviços Systemd do Usuário (`systemd --user`)
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O Linux moderno permite que usuários criem seus próprios arquivos de serviço que rodam sob sua conta na pasta:
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`~/.config/systemd/user/`
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Você pode gerenciar o serviço rodando:
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```bash
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systemctl --user daemon-reload
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systemctl --user restart meu-servico.service
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```
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## 📊 Tabela de Comparação de Segurança:
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| Ação | Como o Root faria (Inseguro) | Como o `deploy` faz com segurança |
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| **Subir arquivos Web** | Usa `sudo` ou loga como `root` | Altera livremente dentro de `/var/www/` (Dono da pasta) |
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| **Gerenciar Containers** | `sudo docker compose restart` | `docker compose restart` (Membro do grupo `docker`) |
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| **Reiniciar Nginx** | `sudo systemctl restart nginx` | `sudo systemctl restart nginx` (Autorizado via Sudoers Cirúrgico) |
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| **Atualizar Código (Git)** | Roda `git pull` como root | Roda `git pull` usando suas chaves SSH do usuário |
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